quarta-feira, 10 de outubro de 2012

MÚMIAS NATURAIS E NÃO NATURAIS


             VOCÊ SABIA...
 

         ...que as múmias mais conhecidas são as dos egípcias. Os antigos egípcios tinham o costume de embalsamar os seus faraós. Todos os órgãos eram retirados e os cadáveres eram enrolados em uma espécie de pano. As múmias ficavam nas chamadas pirâmides, que eram construções na forma de triângulos. Os faraós eram enterrados com todos os seus bens. Os povos maias também embalsamavam seus mortos pois tinham a mesma crença dos egípcios, a de ressurreição. 
As múmias naturais são muito raras, pois é necessário condições específicas para a sua formação.
As “Múmias da Groelândia” é um grupo formado por um bebê de seis meses, um garoto de quatro anos e seis mulheres de várias idades, que morreram há aproximadamente 500 anos. Os corpos foram mumificados por causa das temperaturas abaixo de zero e os ventos secos que cercam a caverna onde foram encontrados.

Em 1972 foram descobertas oito múmias extraordinariamente bem conservadas em uma comunidade Inuit (em um pais).
Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, além do cérebro do cadáver, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófago de pedra e em volta por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamadas de múmias.
* O Faraó morre e o seu corpo é cozinhado até as carnes se desprenderem dos ossos. Os ossos são pintados de vermelho, enfaixados, fazendo-se uma estocagem na múmia com gesso. Pinta-se o retrato da pessoa na própria múmia. E esta se forma ao mesmo tempo em uma estátua kA, ou seja, uma estátua que vai abrigar a alma do morto.

                                    Tipos de mumificação:

* Este é o processo que mais conhecemos e o que se tornou mais utilizado. Para o Faraó, para a nobreza e pessoas mais ricas, era feita da seguinte forma:

1) O cérebro é tirado pelas narinas, através de um instrumento curvo, mexe-se no cérebro que é uma massa mole, e este se liquefaz. Injeta vinho de tâmara, ajudando a dissolver mais o cérebro. Vira-se o morto e o cérebro escorre pelas narinas;
2) É aberta uma incisão no abdômen e todos os órgãos internos, excepto o coração, são retirados, embalsamados e colocados em jarros chamados de campos. Em seguida, o corpo é enchido com saquinhos de sal (Natrão) e mergulhado em uma espécie de bacia um pouco inclinada com um furo de um lado, para que seus líquidos escorram. Após isso, a múmia é literalmente enterrada por 72 dias. O sal absorve todo o líquido do corpo;

3) Após estes 72 dias, o corpo, que está escurecido e ressecado, é retirado. Enxergam resinas, aromas, perfumes, bandagem, pó de serra, isto para dar a conformação do corpo. Depois disto, a abertura no abdômen é costurada, e é colocada uma placa mágica, geralmente com o desenho dos Quatro filhos de Hórus e de seu olho;

4) Começa, então, o processo de enfaixamento com metros e metros de tiras de pano de linho com goma arábica, até fazer a composição que vemos nas múmias. A cada volta , colocam-se amuletos e colares. Assim a múmia está pronta para o enterro, sendo que no caso do Faraó este enterro é acompanhado de um extenso ritual, repleto de encantamentos, realizado por sacerdotes.

 
 

Um comentário:

  1. Este texto foi copiado da Internet.
    A partir de agora eu e a Prof. Joice vamos tolerar menos este processo. Hoje eu permito esta publicação.
    Avaliação: Bom

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